Doze dias para doze meses. Quanta produção cultural, quanta evolução, quanto choro e quanta reza, quantas mudanças. E isso tudo em um ano. Se bem que eu ainda posso mudar muito nesses doze dias.
Pisciano, idealista, otimista, acha que pode mudar o mundo (e que é chique falar de si mesmo na terceira pessoa). Escreve poesia em prosa, poesia e prosa, poesia sem prosa.Gosta da filosofia de Platão, e da sua própria, de botequim. Pensa que é o Woody Allen com suas piadas que colocam em xeque algo importante diante da trivialidade do banal. E pensa que é Deus, porque na única competição de corrida de baratas da qual participou, escolheu a barata vencedora, ganhando assim o chiclete de todos os perdedores.
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