Vou começar deixando um texto que ficou durante um tempinho no meu perfil. Ele é bem recente e tava até poucos dias no orkut.
Eu acho que sou orgulhoso e arrogante. Pelo menos eu escuto isso várias vezes, então resolvi começar meu perfil assim. Acho que eu sou também um pouco egocêntrico, indeciso, mutável e alguém com a síndrome do Peter Pan aflorada.
Enfim, acho que ta na hora de falar das minhas qualidades (afinal, se eu disse que sou egocêntrico eu com certeza vou exaltá-las).
Eu me acho MUITO inteligente. Você pode concordar ou não, eu sinceramente prefiro que você discorde de mim sempre. Nas palavras de Oscar Wilde, “quando concordam comigo sinto sempre que devo estar errado”.
Eu sou original, ou pelo menos tento ser. Pra que o óbvio de um seminário pra História Antiga do Oriente quando podemos fazer uma peça de Sófocles? Infelizmente (pra vocês, pra mim isso é ótimo) não concordam comigo sobre originalidade.
Eu gosto de ler. Sidney Sheldon é o cara mais foda que já pisou na face da Terra. Quem discorda, que morra. Sem tolerância pra quem não concorda comigo no óbvio. Eu gosto também de poesias. Do Bilac, do Quintana, do Bandeira e do Vinícius, especificamente. Nenhuma preferência entre eles que mereça ser revelada, cada um com seu estilo.
Eu escrevo, ou tento escrever. Talvez seja minha verdadeira paixão, talvez não. Escrevo poesias, se é que podem ser chamadas poesias. Eu tento ser um parnasiano-romântico, like Bilac. Não que eu consiga isso, mas eu tento. Mas as minhas últimas influências estão fazendo com que eu mude um pouco o meu estilo. Algumas horas eu sinto uma boa dose de Shakespeare e seus “sonetos escondidos”. Outras horas o verso livre dos modernistas me usa, mesmo eu não gostando de versos livres. Enfim, o principal é que eu tento colocar meus sentimentos, mas eu os disfarço/camuflo, numa busca pela Arte. Sim, o meu objetivo principal é a plasticidade, não o sentimento. Mas de qualquer forma, mesu sentimentos sempre estão implícitos neles. “Eu faço versos como quem morre.”
Eu costumo me iludir. Principalmente pela Esperança, maldito Pior dos Males, aquele que mais engana. Isso faz com que o meu orgulho e o meu egocentrismo me garantam que me darei bem, mas isso quase nunca acontece. Mas nada que me faça mudar, logo eu não aprendo e continuo tendo a Esperança como melhor amiga(-da-onça).
Eu sou (ou era) psicótico maníaco-depressivo. Palavras minhas, óbvio. Nenhum médico nunca me disse isso. Talvez seja uma identificação com o Sidney Sheldon, talvez seja frescura, talvez seja invenção minha pra aparecer. Quem sabe o que é realmente?!
Ta, acho que já falei demais. Pra terminar, eu escrevo músicas de vez em nunca, adoro o meu violão, e a Legião Urbana faz a trilha sonora da minha vida.

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